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VIVENDO SEM CARRO

25 de março, 2014

Ao somar as várias contas que o carro próprio gera e ver que não bate com o seuorçamento, o que fazer? Vender ou diminuir o uso do carro são algumas das alternativas que as pessoas pensam.

O mais importante nessa hora é fazer bem as contas para verificar até que ponto essa decisão seria benéfica tanto para o seu bolso quanto para a sua qualidade de vida.

É o caso do cinegrafista Marcel Campos, 28 anos, de São Paulo. Depois de sair de Cotia e se mudar para Pompéia [zona oeste da região metropolitana de São Paulo], passou a usar o carro somente nos finais de semana, o que ajudou a economizar boa parte do dinheiro que gastava com pedágios e combustível.

“Com esse dinheiro, já deu para começar a pagar uma academia. Mas ainda não senti grandes diferenças no bolso porque o custo de vida é maior onde moro agora”, diz.

E quando a balança fica equilibrada?
Sem gastar, mas também sem economizar. Isso é bom ou ruim? A resposta depende das suas prioridades no momento.

Ao abrir mão do carro, algumas pessoas veem a necessidade de se mudar para mais perto do trabalho e, ao fazer isso, o valor do aluguel/financiamento da moradia e o custo de vida em geral (como alimentação, serviços, etc.) pode aumentar.

Apesar disso, tem também o lado positivo: ao diminuir o tempo que passa no trânsito, a qualidade de vida geralmente aumenta. Se for de transporte público você pode descansando, lendo, aproveitando a paisagem. Se for de carro, tem todo o conforto de não esperar precisar esperar pela condução, de ter mais liberdade de horários.

Para escolher bem, é importante colocar todas as contas e estimativas de gastos na ponta do lápis. Verifique se você gastaria mais mantendo o carro (e os custos que ele traz) ou se mudando para mais perto das atividades do dia a dia. O que vale mais a pena para o seu bolso?

Calcule o custo de vida

Fazer algumas contas com antecedência evita sustos de última hora, como planejar largar o carro e morar em um bairro que concentra o que precisa (exemplo: trabalho, escola/faculdade, supermercado).

Faz bem colocar no papel os preços do aluguel, da mensalidade escolar e até mesmo da padaria. Talvez você chegue à conclusão que não precisa mudar de bairro, mas pode alternar a ida de carro e ida de ônibus por conta de economia e qualidade de vida.

Uma boa pesquisa de preços dos principais serviços e necessidades básicas do dia a dia ajuda a calcular o que é melhor para você.



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